Fabricação Mulheres cervejeiras e seu poder na antiguidade

Mulheres cervejeiras e seu poder na antiguidade

102
Observar hoje as mulheres buscando espaço no meio cervejeiro, é algo que não deveria ser visto como uma conquista. O fato é que as mulheres sempre estiveram no ponto mais alto quando o assunto é cerveja, portanto o lugar deveria ser prestigiado para que elas retornassem simplesmente ao espaço que é de direito delas.

As mulheres mandavam quando o assunto produção e desenvolvimento da cerveja na antiguidade.

Já vimos a importância das mulheres na produção e desenvolvimento da bebida na antiguidade, onde quem mandava eram elas, porem existe uma outra relação da cerveja com os direitos que elas possuíam por serem a verdadeiras produtoras da bebida.

 O poder de governar um reino

Os povos Sumérios foram a primeira civilização da humanidade. E quem governava esse povoado eram os reis. A sucessão do trono ficava entre os homens da família e o papel das mulheres era o de cuidar da casa. No entanto, uma mulher cervejeira chamada Kubaba conseguiu conquistar o trono e a admiração dos povos Sumérios, tornando-se assim a primeira mulher no comando da civilização.

A lei dizia que as mulheres eram autoridades cervejeiras

De acordo com o Código Babilônico de Hamurabi, uma das primeiras leis da civilização, na Mesopotâmia, as mulheres deveriam ser reconhecidas como as verdadeiras autoridades quando o assunto era cerveja. O motivo era justamente a prática e os saberes adquiridos e compartilhados ao longo dos anos.

Mulheres cervejeiras tinham o direito de se divorciar

Os babilônios tinham alta estima pelas mulheres devido a produção de cerveja. O que fez com que elas conquistassem direitos, como a possibilidade de se divorciar e possuir propriedades.

Luca Fernandes é Publicitário com experiência de 20 anos em comunicação, com passagem por revistas e agências de propaganda voltadas ao trade marketing, varejo, setor supermercadista, agropecuário e distribuição cinematográfica.